O erro mais comum em obras de terraplenagem na ilha é achar que o solo compacta sozinho com a passagem do rolo. Em Florianópolis, enfrentamos depósitos de areia eólica nas dunas, siltes orgânicos nos manguezais e aterros hidráulicos com granulometria variada. Cada material responde de forma diferente à energia de compactação. Sem um Ensaio Proctor bem executado, o aterro pode ficar fofo e gerar recalques diferenciais em poucos meses. Nós determinamos a curva de compactação completa, identificando a umidade ótima real e a densidade seca máxima para o solo específico da sua obra. Antes de liberar a compactação, muitos clientes cruzam esses dados com ensaios de densidade in situ para garantir que o grau de compactação em campo atinja o mínimo de 95% exigido por projeto.
Em solos arenosos de Florianópolis, a diferença de 2% na umidade ótima pode reduzir a densidade seca em 10% e comprometer toda a capacidade de suporte do aterro.
